Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

Ilustração: Loja Online www.iPrintyou.com

Algumas ilustrações encontram-se para venda, nos mais variados suportes, na loja online iPrintyou. Pins, capas para portáteis, t-shirts, sweats, papel de parede, puzzles, posters e muito mais, para todas as idades. Para já são quatro os temas expostos: Fat Heart, Bomboca Monster, I AM A NEUROTIC e Logo, cada um com suas variantes ao nível da cor e do próprio tratamento 2D ou 3D.

Imagem de alguns pins com os temas

Terça-feira, 1 de Novembro de 2011

Literatura: Neurotika Magazine Portugal - #001 Atitudes Criativas

Neurotika Magazine Portugal
001 - Atitudes Criativas


Alternativa: Neurotika Magazine Portugal 001 no SlideShare

Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

Sábado, 16 de Julho de 2011

Ilustração: Ciclo Skateboard

Ah - Ás de Copas


Kh - Rei de Copas


Qh - Dama de Copas


7h - Sete de Copas

Quarta-feira, 13 de Julho de 2011

Ilustração: Ciclo Personalidades Portuguesas

Até que ponto uma pessoa consegue camuflar-se de todos?










Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Literatura: Plano Marenostrum


Autor: Bruno Zão
Data 1ª Edição: 2010
Páginas: 328
Dimensões: 15,0 cm x 23,0 cm
ISBN: 978-989-8136-52-7
Editora: Novembro

Plano Marenostrum

E se um dia dessem por vocês num novo mundo, numa nova sociedade, num novo entendimento sobre o funcionamento humano e do que representa na verdade ser animal no planeta Terra. E se nesse dia reparassem que estavam nas mesmas coordenadas terrestres, mas que tudo que conheciam estava diferente. As espécies eram as mesmas, na sua maioria, mas já não estavam no mesmo local. As auto-estradas, os campos agrícolas, o traçado viário difuso de ligação rural e urbana. Já não se viam casas até se perderem no horizonte visual, estava tudo condensado, gerando massa crítica e gerindo a apropriação territorial. Os controlos demográficos seriam uma realidade naquele local, as cidades, pois só cidades existiam, não tinham menos de 10.000 habitantes e nunca mais de 50.000, à clara excepção da capital do estado.
Portugueses não eram mais de Portugal, espanhóis não eram mais de Espanha. Uma concentração, uma reciclagem política, económica, social e cultural, recuperadora de um passado dispensado sem direito. Ibéria é o nome do estado onde se encontravam então, um dos treze que compunham esse tal novo mundo para o qual tinham despertado. Plano Marenostrum seria o nome de baptismo, consagrando o Mar Mediterrâneo enquanto fonte de sobrevivência e berço da nova humanidade. Uma em perfeita harmonia com as espécies amigas, primas, tias, avós, colegas e desconhecidas.
E se um dia todas essas alterações fizessem já parte do passado recente, se vocês se dessem conta que estavam envolvidos num corpo em tudo igual ao que se lembravam, numa personalidade em tudo igual à que teciam desde sempre. Para dentro tudo era igual, mas a vida que levavam era nova, estranha mas com um aroma especial, o do sentimento de equidade que se fazia sentir no ar, entre o perfume das flores e das folhas e das cascas selvagens, do pelo e do bafo e das fezes fertilizantes que apesar de raras também davam o seu toque sem complexos.
As cidades existentes, a cidade em que viviam era especialmente desenhada para não crescer mais do que devia. Estava feita, acabada, perfeita. Cada um tinha o seu canto e o teu era mais do que fora do normal. Davas por ti num prédio enorme, num cubo com vinte e quatro metros de aresta. Um que normalmente albergaria oito pisos e muito provavelmente trinta e duas habitações. Mas não naquele, ali vivias com mais cinco vizinhos. Seis casas no total. Seis módulos de um Bloco Psi, tal como havia sido nomeado pelo autor do projecto, cada um com o seu espaço interior de três metros cúbicos e espaço de logradouro exterior dedicado, apenas considerado terraço por se encontrarem as casas sobrepostas, em altura como se fossem vivendas em esquema de torre. Seis casas estranhas, talvez esquisitas ou requintadas, para seis pessoas ditas normais.
E se dessem por vocês nessa nova vida, numa realidade diferente mas em tudo semelhante à que sonham, fazendo esquecer os problemas da poluição, do racismo, da xenofobia, das classes sociais, do desemprego, do mercado economicista, ou então os da política e da religião enquanto profissões para onde nunca se deveriam ter deslocado. Será que iam ser capazes de viver nesse mundo durante muito tempo, ou apenas seria uma questão de semanas, dias mesmo, até que fossem sacudidos de volta ao presente que haviam deixado para trás. Tendo experimentado essa nova realidade, o que fariam com essa informação?




Plano Marenostrum
Resumo:

Estado da Ibéria.
Cidade Tetris, ano 76 depois do apocalipse. (2106 DC)
Todos os conceitos se agarram a uma história entre seis habitantes de um prédio, numa cidade e num tempo de recuperação social. Cerca de setenta e cinco anos antes deu-se uma série de desastres naturais que reduziram a população mundial de quase sete mil milhões para apenas quinhentos milhões. É nesse novo espírito e novo espaço que decorre a acção, após uns capítulos iniciais onde se descrevem tragicamente os eventos e se faz um ponto de situação do ambiente que se viveu durante e logo após o quase apocalipse.
O enredo, na ressaca de uma mensagem política e filosófica perante os erros do passado da sociedade humana tece uma intriga interna a qual vai dar origem a uma série de revelações, pessoais, artísticas e humanas, acusando que o ser humano ainda não estava preparado para mudar por completo mesmo após a dose de humildade desencadeada pela quase extinção. A sociedade tinha-se organizado de forma a anular o mal e a respeitar acima de tudo o planeta e as outras espécies, uma vez que toda a comunidade humana se condensou em torno do Mar Mediterrâneo, em estados bem distribuídos e com cidades bem controladas. Libertaram o resto do planeta, não mais iriam permitir o crescimento descontrolado, não mais iam deixar que surgissem fossos sociais, mas a tentativa de organizar racionalmente a população criou alguns paradigmas de contradição.
Dentro daquela sociedade aprumada, os artistas foram os que mais sofreram, tendo de se limitar durante anos a fio aos contornos da lógica e da felicidade, mas não por muito tempo. Era inevitável o reacender do pesar, que a tristeza, a desilusão e a loucura voltassem a ganhar fulgor, por isso é nos seis vizinhos do prédio, todos profissionais de áreas artísticas diferentes, que se desenvolve e descreve o clima da criação, da ajuda, da familiaridade e da inevitabilidade da existência do bem e do mal. Aquele positivismo cegava-os, castrava-lhes a criatividade mas eles não sabiam, pois sempre viveram sobre a sua branca alçada.
Para arrancar, a história segue os passos de um dos personagens, no entanto distribui-se o protagonismo a partir do momento em que todos eles se juntam para tentar deslindar um mistério, o tal fio condutor da acção que aparece permitindo todas as ramificações conceptuais. Os personagens vêm-se todos envolvidos num esquema estranho, mas em vez de chamarem as autoridades resolvem tentar descobrir o que se passa, sendo durante essa busca que acontecem as epifanias individuais, os relatos de acontecimentos que primam pela singularidade ou pela simples provocação. Aproveita-se o peso da acção para tecer divagações sobre arte, sobre compromissos, sobre a relevância da tristeza não só para a coisa mental artística mas também para o sentido de humanidade.
Na história os ambientes arquitectónicos e urbanos devem ser também considerados personagens, todo o cheio fala e todo o vazio esclarece. As casas onde os personagens principais vivem apoiam-se numa teoria arquitectural onde o processo criativo pode recorrer voluntariamente à coisa mental no seu estado limite neurótico. Significa que o projectar se apoia em metodologias voluntárias, onde é esse processo quem faz as casas serem únicas e dotar os ambientes de um tom fora do comum. Assim, do primeiro até ao último andar, temos Dyno Maggo, um escritor, que habita o módulo P (Atitude Criativa Paranóica) e sua vizinha Mina Culdra, designer, no módulo F (Atitude Criativa Fóbica). No andar em cima, Urbon Zenão, finalista de arquitectura, que se vem a observar ser o desenhador do edifício, no seu módulo O-C (Atitude Criativa Obsessivo-Compulsiva) e a amiga de longa data Edita Bene-Male, uma escultora, no módulo M-D em frente (Atitude Criativa Maníaco-Depressiva). Por fim, no último piso vive Bonita Etros, pintora, no módulo E (Atitude Criativa Esquizofrénica) e o misterioso vizinho Bernardo Ressoa, cineasta, no módulo H (Atitude Criativa Histriónica). Nenhum deles possui perturbações de maior, pelo menos na medida em que todos nós nos avaliamos, mas será que deixaram de ser sãos a partir do momento em que foram para aquele edifício? São jovens como quaisquer outros, sem dúvida, mas também são artistas e isso por si só já é suficiente para os colocar na linha da frente.
Sempre que possível exploram-se os limites da estranheza, dentro da sanidade possível, mas apenas enquanto tendência virtual para cada personagem que se consegue abstrair dessa atracção. Acumulam-se homenagens, devaneios e manifestos, sendo sobre essa massa crítica que o enredo trabalha, sem que em momento algum se sucumba à completa irracionalidade. Rasgos de imaginação e atitudes exageradas, dinâmicas ou meramente excêntricas, mas presentes em qualquer pessoa que conhecemos.

Cidade Dominó

Cidade Ícones

Cidade Tetris

Bloco Psi

Módulos do Bloco Psi

Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Desenho: Tatuagens

Desenho: Peixes
Corpo: Tiago Reis
Zona: dorsal


Elemento 1: 1979, símbolo do ano chinês da Cabra (28/Janeiro/1979 - 15/Fevereiro/1980).
Elemento 2: Março, signo zodiacal Peixes.
Elemento 3: Dia 3, escrito em árabe (thalaatha).
Em vez da simetria invertida normalmente usada para o símbolo zodiacal Peixes, optou-se por colocar os dois espécimes deslizando em parceria, cada um com a sua fisionomia própria e aludindo as cabeças a dois outros animais (Águia e Cobra). Os tons de cor frescos sempre foram uma premissa importante.


Desenho: Tribal
Corpo: Tiago Reis
Zona: lombar


Passo 1: Nomes não se traduzem facilmente, mas Tiago para os ingleses significa James.
Passo 2: Usando o som da palavra James em Mandarim antigo, chegamos aos caracteres.
Passo 3: Estilizar, tribalizar os caracteres
.


Desenho: Escorpião
Corpo: Tiago Losa
Zona: perna

Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Ilustração: Roogies

Brand Design para Roogies Dentalspace

[curiosidades: dentalspace@hotmail.com]



Posters

Sê Louco Be Crazy
Telma

Sê Feliz Be Happy
Twan

Sê Livre Be Free
Planeta Sorridente

Sê Colorido Be Colourful
Aldeia

Sê Amado Be Loved
Pais

Sê Jovem Be Young
Kaká
Sê Carnavalesco Be Carnivalesch
Balões
Sê Aventureiro Be Adventurous
Twan
Sê Sensível Be Sensitive
Telma
Sê Ecológico Be Ecological
Kaká
Sê Recordado Be Remembered
Família Roogies

Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Ilustração: Comics

Algumas tiras para passar o tempo,
Para quem gosta de piadas secas!!!
"Silêncio"



"Portugal IV"



"Portugal III"



"Hipódromo II"



"Hipódromo I"

Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Arquitectura: Concursos

I Trienal Internacional de Arquitectura de Lisboa - 2007
Menção Honrosa - 1º Classificado no tema "O estuário como o centro da grande Lisboa"


Prémio Vila Utopia - Moradia 13 - 2006



16º Concurso Ibérico de Soluções para Construção Pladur - 2006
"Habitações-Ático na Costa Mediterrânica"
Menção Honrosa


3º Seminário Internacional de Projecto F.A.U.T.L. - Lisboa - 2005
Para-Arquitecturas; Concepção Arquitectónica e Requalificação Urbana